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Em meados dos anos 1980, o Porto começou a abrir-se à mudança cultural, musical e estética anunciada pelo (pós)-modernismo. A resistência – e a procura do novo – também começou a fazer-se sentir através de programas de rádio, de fanzines, de concertos e de boletins. Importante era o lema “pelo direito à diferença”. Nestas movimentações, para além de alguns músicos, destacavam-se certos autores/editores. António da Silva Oliveira (A. DASILVA O., 1958) era uma figura central. Publicava, coadjuvava a publicar e propulsionava projetos dos mais diversos domínios da intervenção cultural. Através da trajetória “maldita”, underground de A. Dasilva O., traçaremos um retrato da sociedade portuense na sua transição para a contemporaneidade onde as artes, as músicas e suas subversões desempenha[ra]m um papel central.

Palavras-chave: Porto, anos 1980, underground, resistência.

Travessias. v. 14, n. 2. maio/ago. 2020

Detalhes:

Título: A margem é onde tudo começa e onde tudo acaba. A. Dasilva O. fala ao país pela Rádio Caos

Autora: Paula GUERRA

Ano: 2020

2020 – GUERRA, Paula (2020) – A margem é onde tudo começa e onde tudo acaba. A. Dasilva O. fala ao país pela Rádio Caos. Travessias. v. 14, n. 2. maio/ago. 2020. Dossiê À Margem: Resistências e reexistências na literatura brasileira. pp. 105-124. e-ISSN: 1982-5935. DOI: 10.22483. URL: http://e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/article/view/25055Créditos: © Hernâni Pereira / A. Dasilva O.